Amante Rival

08:30 Érica Guimarães 1 Commentários


Título Original: The Prince’s Royal Concubine
Autor: Lynn Raye Harris
Tradutor: Deborah Barros
ISBN: 978-85-398-0019-3
Gênero: Ficção Norte-Americana
Páginas: 137
Editora: Harlequin Books
Nota: 3/5
Estante: Skoob
Onde comprar: Saraiva / Cultura / Submarino









Sinopse: O príncipe Cristiano di Savaré caçava suas presas com requintes de ferocidade. E a vítima daquela noite seria a princesa Antonella Romanelli, herdeira da coroa de um país rival e membro de uma dinastia que ele tinha todos os motivos para odiar... Antonella ficou embevecida com o magnetismo de Cristiano. Mas seu sorriso lupino tinha um toque de frieza... Pois para ele Antonella não passava de uma socialite mimada e promíscua. Por isso, o verdadeiro intento de Cristiano era torná-la submissa. E se fosse preciso seduzi-la, então sua missão seria ainda mais prazerosa...


Comentários:

Bonjour Anges!!

Estão prontos pra mais uma leitura da nossa amada “Pilha do Anjo”? Hoje é a segunda história do “Paraísos Reais”, o Harlequin Dueto da vez. Mais uma vez os protagonista fazem parte da realeza e nesse caso são quase, QUASE, como um Romeu e Julieta contemporâneo.


Nesse livro há três reinos fictícios: Monterosso, Montebianco e Monteverde. Países irmãos, mas que ficaram em guerra por muito tempo. Depois de Montebianco levantar bandeira branca, a briga ficou somente entre Monteverde e Monterosso, sendo uma guerra hostil, onde os dois povos simplesmente se detestam.

Cristiano de Savaré é o príncipe e futuro rei de Monterosso, fez de seu país um lugar próspero, graças as suas habilidades para os negócios e sua personalidade carismática, apesar de frio, quase cruel com seus inimigos. No fundo, Cristiano é um homem amargurado, que se culpa por não ter protegido sua esposa, uma médica que acabou morrendo em um ataque de Monteverde.

Querendo subjugar Monteverde ao seu domínio e assim acabar com a guerra, Cristiano foi a um cruzeiro com o único intuito de estragar todos os negócios que Antonella Romanelli, princesa de Monteverde, pretendia conseguir para salvar seu país de falência completa. Mas, Cristiano não contava com a beleza da jovem e muito menos com a forte atração que sentiu desde a primeira vez que a viu.

Antonella não tem uma das melhores famas, todos a veem como uma pessoa fácil e superficial. Mas, o que ninguém sabe é que na verdade ela é inocente e doce, guardando muitos traumas dos maus tratos que ela sofreu junto com seu irmão mais velho nas mãos de um pai tirano. Desesperada pra salvar seu país das dívidas e tentar dar uma vida digna ao seu povo, Antonella tenta desesperadamente conseguir fechar o negocio que pode mudar toda sua situação, cogitando até mesmo a casar se assim for necessário, mas com Cristiano por perto, a jovem só descobre o desprezo e a raiva por ver seus planos sendo frustrados.

Para ajudar ainda mais, um ciclone surge onde eles estão, fazendo com que os dois acabem ficando isolados em um casarão, lutando para sobreviverem à fúria da natureza. E é justamente nesse confinamento forçado que os dois acabam conhecendo as verdadeiras personalidades, tendo como pensamento de que o amanhã pode não chegar para eles. E assim, é impossível negar a conexão que se estabelece entre eles, mas será que essa paixão fará com que a rivalidade entre os países amenize?

Essa é mais uma história sem complicações maiores, apesar de também possuir uma carga emocional bem marcada. Ambos os protagonistas tem que aprender a superar traumas e se livrar das garras do passado para poder viver o amor que descobrirão, mas isso não é tão fácil, tendo o peso de duas nações inteiras sobre os ombros.

É um conto de fadas contemporâneo e clichê, mas bem estruturado, sem dramas absurdos. Algo bem crível. Com seus personagens carismáticos e a situação de tensão que estimula o romance somado com o glamour dos povos monárquicos esse livro  é uma leitura bem fluída e gostosa.


Um comentário:

  1. Oi, Eri.
    Tenho lido bastante romance, mas se tem uma coisa que não me desce é esse gênero chamado equivocadamente de "romance histórico". Esse negócio de princesas, reis, duques e o mais que o valha me incomoda demais! hehehe
    beijos
    Camis - Leitora Compulsiva

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