[Filme] A Vigilante do Amanhã - Ghost in the Shell




Oiê!

Como grande fã de animes (desenhos japonês), eu não poderia perder a estreia de Ghosth in The Shell - A Vigilante do Amanhã em sua versão cinematográfica. Eu assisti ao filme do anime em uma FITA VHS há mais de 15 anos, e naquela época eu confesso que não tinha gostado muito.

Como o filme iria estreitar, eu resolvi rever, dar uma nova chance, e eu gostei. Realmente, eu não sou mais aquela que era antes. O quê a gente gostava antes pode ser que não gostamos mais ou ao contrário, ou não, você ainda gosta, é bom poder crescer, mudar e aprender.


“Quando eu era criança, falava como criança. Entendia como criança, pensava como criança. Mas quando me tornei 'homem' deixei as coisas de criança de lado."  - Major Makoto Kasunagi - animê

Major Makoto Scarlet e Makoto do anime


O filme não foge tanto assim como o filme animado de 1995. Há bastante cenas muitíssimo parecidas com as do desenho original e é muito bonito de se ver. Não muito parecido com o hoje, o mundo futurístico de Gosth in the Shell - O Vigilante do Amanhã, praticamente todo mundo é refém da tecnologia, um fígado artificial para que você possa viver mais, implantes no cérebro... Todo mundo é meio hibrido (nossos celulares, computadores, Apple Watch...

Essas tecnologias são uma extensão de nós mesmos nos dias atuais, imagine em um futuro mais próximo como vai ser? O problema é que, quando mais avançados tecnologicamente mais suscetíveis a ataques cibernéticos nos tornamos.



Major (Scarlett Johansson) é a primeira de sua “espécie” a ter um corpo totalmente artificial, após um acidente ela tem seu cérebro transferido a uma máquina, pela doutora Ouelet (Juliette Binoche), pense como uma inteligência artificial que deu certo. Só que vire e meche ela tem uns bugs no sistema e é aconselhada a usar um “medicamento”, para que fragmentos de lembranças não a atrapalhem, mas seriam essas lembranças verdadeiras ou só vultos sem sentido?

Major trabalha junto a Batou (Johan Philip Asbæk), Togusa (Chin Han), Daisuke Aramaki (Takeshi Kitano), em uma equipe responsável pelas investigações de ataques cibernéticos realizados pelo Kuze (Michael Pitt) que vem se tornando cada vez mais frequentes.

Mas seriam esses ataques apenas coisa de quem não tem o que fazer ou eles em um fundamento?

Kozu (Michael Pitt)


O filme não possui toda a profundidade filosófica que o anime possui, não há aquelas conversas sobre toda aquela filosofia humana tipo, quem nós somos, para onde vamos e etc., o filme é mais superficial e acredito eu para que atinja um número maior de pessoas.

Quando eles começam a falar do "fantasma" (sugerindo à alma dentro de nós "Shell"), você fica até feliz lembrando do anime.

Mesmo com o rosto lindo e extremamente conhecido da Scarlett o filme fez muito sucesso no ocidente do que aqui, por incrível que pareça.

Cena maravilhosa!


Mas apesar de tudo é um filme bom e extremamente bonito, e quem sabe assim as portas de adaptações de animes se tornem mais frequentes? (Keanu Reeves com seu projeto do Cowboy Bebop por exemplo).

E aí? O quê achas?

A Vigilante do amanhã ainda está em cartaz, aproveite para ver em 3D.

Dica: para quem possui internet e telefone e/ou TV da Vivo, se cadastre no Vivo Valoriza, você terá direito a meia entrada na rede Cinemark de cinema e vários outros benefícios (não ganho nada por falar isso, infelizmente).




Serviço:                                           



Título Brasil: A Vigilante do Amanhã - Ghost in the Shell
Título Original: 
Ghost in the Shell
Duração: 1h47min
Ano: 2017
Direção: Rupert Sanders  
Elenco: Scarlett Johansson,Pilou Asbaek,Takeshi Kitano, Juliette Binoche, Michael Pitt, Chin Han...
Gênero: Ação, Ficção Científica
Nota: 4/5


Elizabeth Haynes – No Escuro



Hi Angels!

Primeiro vou falar o motivo que demorei em resenhar. Eu entrei em uma ressaca da pleura. Não consegui resenhar e muito menos pegar outro livro para ler. Motivo? Esse livro é muito, mas muito bom. Sério gente, o que é esse livro? Senhorrrrrr!!!!

Elizabeth Haynes nos traz um thriller psicológico que nos deixa tenso do início ao fim do livro. Nos mostra personagens tão reais que dá até medo de pensar nas atrocidades.

Aviso Nº 1 da Mimi: quem tem coração fraco não leia. As cenas são fortes.

Aviso Nº 2 da Mimi: existe um assassinato, mas este não é o foco. Portanto não tem espreme e sai sangue como aquele jornal antigo de São Paulo, o Notícias Populares.

Aviso Nº 3 da Mimi: se você não gosta de temática violência doméstica não leia. Como eu disse no Aviso Nº 1, as cenas são fortes MESMO.

Quando sorteamos este livro para o Clube do Livro Fábrica dos Convites eu não esperava que ele fosse assim, tenso. Esta é uma palavra que você lerá muito nesta resenha. Agora fazendo esse texto, estou novamente tensa, pois estou lembrando a vida que a Catherine Bailey teve com Lee Brightman, o “homem perfeito”.

Sério, esse cara no início me pareceu certinho demais, correto demais, conveniente demais. Eu achei que ele tinha matado a Catherine, mas não. Quem morreu foi a Naomi Bennett.

Mimi fazendo um adendo: Quem é Naomi? Pois é, eu estava lendo no ônibus, indo até a Ana Rosa para um job e na volta eu mandei mensagem pra Rose, claro que ela já tinha lido rs, para me falar por que eu não estava entendendo mais nada. Ai entre trocas de mensagens eu consegui pegar o que faltava, o fio da meada que estava solto e tudo se encaixou. Agora voltemos à programação normal hehe

Lee Brightman foi preso por algum crime que ele cometeu contra Catherine Bailey. E a história começa assim. Com ele no julgamento.

A autora usou o recurso de contar a história do passado e do presente de Cathy, então temos os capítulos todos alternados. Ok, uma ou duas vezes são capítulos do mesmo tempo. E isto faz com que você fique pilhada enquanto lê.

Catherine em sua juventude era uma mulher que adorava balada. Saía de um pub entrava em outro. Bebia até quase cair. Todo final de semana se encontrava com seus amigos para curtir a noite e em uma dessas noites, no Halloween, Catherine resolveu ir até o pub Cheshire Arms e se perdeu de suas amigas, mas fez uma nova... Kelly. E com ela foi até um bar chamado River e lá que a vida dela acaba mudando drasticamente.

Na porta do River ela conhece um segurança gato. Que não tira os olhos dela. Também pudera, ela estava com um vestidinho vermelho sangue, estava parecendo uma diabinha como Kelly disse. Cathy entrou com sua amiga no bar e esqueceu o segurança, seus olhos azuis e seu olhar penetrante.

Porém nada estava acabado não é mesmo? O segurança gato, que coincidentemente era o Lee Brightman, por incrível que pareça malhava na mesma academia que ela. Criou oportunidades para conversar e conhecê-la. E a doida caiu na ladainha dele. Gente, ele era perfeito demais. E ela uma tonta. “Não posso falar sobre meu trabalho.”, “Não posso falar sobre o que eu faço.”, “Não posso estar com você hoje.”, “Não posso...”, “Não posso...”, Mas Cathy cada vez se sentia mais estranha. Parecia que tinha alguém vigiando seus passos. Seu namorado, pois agora Lee era seu namorado estava ficando alguns dias em sua casa. Principalmente depois que ela foi assaltada...

Agora vamos mudar para o tempo presente, pois se eu revelar mais alguma coisa do passado será spoiler.

Cathy Bailey tinha TOC. Um sério problema. Ela não saia de casa antes de verificar SEIS vezes as portas, janelas e a porta da rua do seu prédio que ficava aberta todos os dias e a deixava louca. Cathy não gostava mais de sair, não bebia mais, não tinha mais amigos. Era solitária, trabalhava com RH de uma empresa farmacêutica ia trabalhar e voltava para casa. Se refugiava em seu apartamento super seguro. Até que uma pessoa apareceu no seu prédio.

Stuart Richardson era um psiquiatra e se mudou para o apartamento de cima. Logo ele e Cathy ficaram amigos, claro que com um pouco de paciência do Stuart, pois Cathy não gostava de socializar mais. Como ele era psiquiatra, ele sacou desde o início que ela tinha um Transtorno Obsessivo Compulsivo e tentou ajudar.

No começo nada foi fácil, mas a amizade dos dois foi fazendo com que Cathy se sentisse mais segura. Também, não tinha como não amar o Stuart. Ele é um fofo. Sim!!!! Meu mais novo crush literário rs

Cathy sofreu muito tanto em sua vida mais jovem quanto em sua vida adulta. Cada mudança de página eu esperava que acontecesse uma merda. Uma morte. Foi uma agonia sem tamanho. Mas o melhor foi conversar com as meninas no Clube do Livro. Saber que não fui a única a sentir isso foi bom. E as discussões que tivemos... cada vez mais eu adoro esse clube. Sério. Conversamos, rimos, debatemos e esmiuçamos o livro. Bom demais!

Eu li “No Escuro” em formato digital, o ebook pela Saraiva está menos de 15 reais (visto no dia 19/04/2017) e o livro físico na loja do Pátio Paulista está esgotado. Portanto para quem lê em e-book compre já e leia. Mesmo ele sendo um livro tenso é maravilhoso e isso foi unanime entre as participantes do clube.




SERVIÇO:
Título:  Into the Darkest Corner
Autor:  Elizabeth Haynes
Tradutor: Mauro Pinheiro
ISBN: 978-85-8057-295-7
Assunto:  Ficção inglesa
Páginas: 461 (ebook)
Editora: Intrínseca
Nota: 5/5
Estante: Skoob

Sinopse: Catherine aproveitou a vida de solteira por tempo suficiente para reconhecer um excelente partido quando o encontra: lindo, carismático, espontâneo... Lee parece bom demais para ser verdade. Suas amigas concordam plenamente e, uma por uma, todas se deixam conquistar por ele.
Com o tempo, porém, o homem louro de olhos azuis, que parece o sonho de qualquer mulher, revela-se extremamente controlador e faz com que Catherine se sinta isolada. Amedrontada pelo jeito cada vez mais estranho de Lee, Catherine tenta terminar o relacionamento, mas, ao pedir ajuda aos amigos, descobre que ninguém acredita nela. Sentindo-se no escuro, ela planeja meticulosamente como escapar dele.
Quatro anos mais tarde, Lee está na prisão e Catherine, agora Cathy, tenta reconstruir a vida em outra cidade. Apesar de seu corpo estar curado, ela tornou-se uma pessoa bastante diferente. Obsessivo-compulsiva, vive com medo e insegura. Seu novo vizinho, Stuart Richardson, a incentiva a enfrentar seus temores. Com sua ajuda, Cathy começar a acreditar que ainda exista a chance de uma vida normal. Até que um telefonema inesperado muda tudo.
Ousado e poderoso, convincente ao extremo em seu retrato da obsessão, No escuro é um thriller arrebatador.

O príncipe que queria ser carro é o segundo livro do projeto Histórias Contadas


Sucesso em 2015, o projeto oferece para crianças do Centro Infantil Boldrini uma forma de expressar a criatividade


Com o título “O Príncipe que queria ser carro”, o lançamento do livro da primeira fase do projeto “Histórias Contadas” 2017 já tem data marcada: dia 28 de abril, sexta-feira, às 10h, com um evento interno no auditório de reabilitação do Centro Infantil Boldrini. 

Os exemplares produzidos não serão comercializados, mas doados aos autores e utilizados no hospital para trabalhos no setor de pedagogia, assim como na primeira edição.

Sucesso em 2015, “Histórias Contadas” foi idealizado pela Escola de Artes Pandora e pela Fábula Projetos Especiais e desenvolvido pela Escola de Artes Pandora, em parceria com o Centro Infantil Boldrini. O objetivo da iniciativa é ajudar as crianças na unidade ambulatorial do hospital a construir uma história coletiva com ilustrações feitas por elas mesmas. Para formatar esse livro, os pequenos participaram durante dois meses de oficinas de contação, ilustração e construção de histórias.

De acordo com a coordenadora pedagógica do Centro Infantil Boldrini, Luciana Mello, o projeto é a prova de que o tratamento não é uma barreira para criatividade dos pequenos. “Estudar, brincar e interagir é algo medular ao universo infantil e isso faz parte da rotina das crianças do Boldrini. Além do incentivo pedagógico, a produção do livro eterniza histórias e desenhos. Isso é ter superpoderes, sentimento vital para fixar o desejo e a esperança na vida”, enfatiza.

A primeira edição do projeto – aprovado pela Lei Rouanet desde 2014 - resultou no livro “Histórias que Voam”, lançado em 2015. A obra foi escrita e ilustrada pelas crianças que estavam no Boldrini, com avaliação e edição da Fábula e das autoras Sandra Aymone e Louise Pavan. O projeto continua em junho, com novas oficinas de contação de histórias e ilustração. Empresas interessadas em participar das próximas edições do projeto podem entrar em contato com Ricardo Quintana, pelo e-mail ricardo@escolapandora.com.br ou telefone (19) 9 8135-9133.

Fonte: release recebido